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Deina Anunciação em Ouvindo o cello ou indo ao cinema

Deina Anunciação  em  Ouvindo o cello ou indo ao cinema Quando escuto o som do cello, escuto dentro, no centro do meu corpo. Ele não toca, ronca. Sinto no meu peito e ventre e se distribui por todo o meu corpo. E me empurra o peito como se assim fosse entrar. Quando estou no cinema, tenho uma sensação sem igual. Sinto o som dentro. no centro do corpo, no peito e ventre. O som me toma toda. Eu fico dentro. E me envolve toda. É uma câmara. É por todo o corpo. É fora e é dentro. É separado e ao mesmo tempo. É a mesma coisa e em lugares diferentes no mesmo instante. Simplesmente é.

Deina Anunciação em Um copo de Coca-Cola

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Deina Anunciação em Um copo de Coca-Cola Há muito tempo que, na casa que era dos pais da artista, estava um copo de Coca-Cola no armário da cozinha. É claro que muitas coisas já estiveram dentro dele. Água, suco, refrigerante, poeira, água de novo... No entanto, permaneceu vazio no armário até a artista precisar de um vaso para planta. Ela compra vasos e terra para fazer as mudas. Porém, diversos objetos estavam sendo tirados da casa no período em questão. O copo de Coca-Cola tinha material resistente e tamanho adequado para plantar o que faltava. Então, em vez de Coca-Cola, o copo da marca foi preenchido com um pé de capim-santo em terra.  Para plantar, beber ou ornamentar, o copo tem suas utilidades.  

Deina Anunciação Diante do Espelho

 Deina Anunciação  Diante  do  Espelho Eis que você fica diante de um espelho... Aquele espelho. Quem você vê? Quem você é? O que você é?

Quem você está vendo?

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Quem você está vendo?   

Monólogo escrito pela IA Google

  Deina Anunciação  em  Monólogo escrito pela Inteligência Artificial Google Vídeo gravado no dia 1 de julho de 2026.  Texto criado pela IA Google.

Deina Anunciação em A Hora da Coleta do Lixo

Deina Anunciação  em  A Hora da Coleta do Lixo A hora da coleta do lixo aqui é um evento muito importante. Primeiro, vem o som. Pronto! Já sabemos. É o carro do lixo. Na verdade, é o caminhão da limpeza. Toda aquela sujeira vai sendo levada. O problema é que há moradores que insistem em jogar lixo a qualquer hora por toda parte. Chuva de lixo.  Mas é um momento muito esperado. Pisco o olho, dou tchauzinho, mando abraço, solto beijinho. O motorista já chega fazendo o mesmo que eu. E os outros rapazes abrem um sorriso maior que a rua toda.  O sorriso se faz frequente como se quisesse nos apoiar, acompanhar. O sorriso no meu rosto e o sorriso no rosto de cada um deles se fazem presentes como algo mais resistente que todo o lixo que eles têm de carregar, impossibilitando, é claro, alguém de arrancá-los de nós. As crianças da vizinhança fazem dancinha para o caminhão. O motorista brinca com os pequeninos, fazendo graça, como se o caminhão pudesse dançar também. Se não hou...